História

Conheça um pouco sobre a história de nossa paróquia.

FONTE: http://blogdomariotonus.blogspot.com/2013/02/americana-igreja-matriz-de-santo-antonio.html

Em 28 de Julho de 1900, Dom Antônio Cândido Alvarenga, bispo da antiga Diocese de São Paulo (Futura Arquidiocese), por meio do decreto redigido pelo Cônego Manuel Vicente da Silva, a então capela foi elevada a freguesia de vila Americana, com o titulo de Paróquia Santo Antônio de Pádua da Vila Americana, sendo desmembrada da Antiga Paróquia de Santa Cruz de Campinas (hoje Basílica de Nossa Senhora do Carmo), assumindo uma parcela dos territórios das Paróquias de Nossa Senhora do Patrocínio de Monte Mór – SP(Freguesia de Monte Mór do Capivari de Cima), e Santa Bárbara de Santa Bárbara d’Oeste (Freguesia de Santa Bárbara).

antonio candido de alvarenga

Dom Antônio Cândido Alvarenga

Em 5 de Fevereiro de 1901, o Bispo de São Paulo nomeou o Padre recém ordenado Pe. Francisco de Campos Barreto, para assumir a recém criada Paroquia Santo Antônio da Vila Americana, como Vigário Encomendado, sendo considerado o primeiro Pároco de Nossa Basílica.

Dom Francisco de Campos Barreto, 2º Bispo de Campinas - SP, 1º Pároco da Paróquia.

Dom Francisco de Campos Barreto

Em seu ministério a freguesia, ainda muito pobre, e com a Matriz precisando de reformas, cuidou da espiritualidade do povo americanense, fundando movimentos religiosos, como o Apostolado da Oração, que oficialmente é criado em 3 de maio 1901, o mesmo também realizou a primeira Festa de Santo Antônio, agora como paróquia. No mesmo ano erigiu perpetuamente na Matriz velha os quadros da Via-sacra. Há registro que em seu ministério, também foi responsável de reformar e ampliar a Atual Matriz Velha, visto a situação precária da Capela que ali existia, e assim iniciou, com a ampliação da matriz e construção da atual faixada.

A cidade crescia, e teve sua emancipação político-administrativa em 12/11/1925, sendo declarada a paróquia como Matriz da nova cidade. Com a emancipação o então Pároco, Pe. Victor Randuá desenvolveu o primeiro Brasão da Cidade de Americana, contribuindo assim para a história da Cidade.

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Padre Epifânio, em resposta a esse clamor, adquiriu um terreno disponível nas proximidades da antiga matriz e, em 1945, lançou ali a pedra fundamental para a nova construção. Já no bispado de Dom Paulo de Tarso Campos, porém, Padre Epifânio veio a falecer no final de 1948, não chegando a ver o início efetivo das obras.

Em 1949, assumiu a paróquia o saudoso Monsenhor Nazareno Maggi, que retomou com vigor os trabalhos paroquiais, restaurando a “matriz velha” e a antiga casa paroquial, e organizando também a capela mortuária no Cemitério da Saudade em homenagem ao Padre Epifânio — onde este estava sepultado. Monsenhor Maggi ainda auxiliou e coordenou a construção do oratório de Nossa Senhora Aparecida, na Rua 30 de Julho, e iniciou a construção de várias comunidades eclesiais: as igrejas de São Benedito, Nossa Senhora do Carmo, São Vito, Santa Catarina de Sena, Senhor Bom Jesus, São Domingos de Gusmão e São João Bosco. Além disso, foi responsável pela coordenação das obras da Igreja de Nossa Senhora das Dores, na cidade de Nova Odessa.

Ele também reprojetou completamente a nova matriz, que então viria a se tornar a grande basílica que conhecemos hoje.

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Com o crescimento da comunidade tornou‑se necessário adquirir um terreno ainda maior: além do terreno inicial, novas casas e doações de famílias tradicionais americanenses – como as famílias Faé, Faraone, Boer e Zanaga – permitiram que, no início dos anos 1950, todo o quarteirão onde hoje se localiza a basílica fosse conquistado. A construção da nova matriz teve início em 1950, com a implantação de um projeto arrojado: grande igreja em estilo neoclássico romano, em formato de cruz latina, com cúpula ampla e torre imponente contendo oito sinos. Esta fase inicial confere à basílica seu perfil monumental e seu caráter de marco arquitetônico da cidade.

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